Pisos – Assoalho de madeira
Características: as tábuas de madeira maciça sempre têm 2 cm de espessura, com largura e comprimentos variáveis. O comprimento oscila entre 2 e 6 m. Ideal para ambientes internos, como salas e quartos.
Instalação: pede contrapiso rebaixado, geralmente em 2 cm, impermeabilizado, plano e bem curado (entre 30 e 50 dias, mas isso depende de fatores como clima e composição do cimento). As réguas são parafusadas diretamente no chão em alguns casos, recomenda-se também colar ou aplicadas sobre barrotes, que são tiras de madeira chumbadas em intervalos de 30 a 40 cm, com vãos preenchidos de argamassa. Fixada, a madeira é lixada, calafetada e preparada para receber o acabamento (à base de solvente ou de água), com efeito fosco ou brilhante. Algumas empresas vendem o assoalho pronto para instalação, revestido de uma película protetora feita de dióxido de alumínio. Não precisa lixar nem passar resina.
Manutenção: No dia-a-dia, bastam vassoura de pêlo e aspirador, segundo os fabricantes. Panos úmido não é recomendado porque a madeira absorve água e incha. Quando seca, volta às dimensões originais. Esse vai e vem prejudica o verniz e deixa o piso com aparência craquelada. Nesse caso, o jeito é fazer uma raspagem e reaplicação da resina.
Vantagens: conforto térmico e durabilidade – que pode chegar a 30 anos ou mais, quando bem aplicado.
Desvantagens: A instalação ou restauro deixam cheiro forte de resina, é preciso ficar fora de casa por 20 a 30 dias. Não permite que o chão seja lavado.
Amêndola – Amêndola (Felgueiras). Foto: Carlos Piratininga.
Cumaru – Cumaru (Spmad). Foto: Carlos Piratininga.
Eucalipto – Eucalipto de reflorestamento (Pau-Forte). Foto: Carlos Piratininga.
Pequiá – O pequiá (Pau-Pau). Foto: Carlos Piratininga.
Ipê – Ipê (Indusparquet). Foto: Carlos Piratininga.
Ipê-tabaco – Ipê-tabaco (Zanchet/Aplicadora Pontual), com encaixe macho-e-fêmea nas laterais. Foto: Carlos Piratininga.
Roxinho – Roxinho (Gasômetro). Foto: Carlos Piratininga.
Garapeira – Garapeira (Amarante). Foto: Carlos Piratininga.
Canela – Canela, com duas demãos de cera de carnaúba, que formam uma camada protetora (Lavoro & Arte). Foto: Carlos Piratininga.
Peroba – Peroba, com espessura-padrão de 2 cm. Conforme os fabricantes, a largura das réguas pode variar entre 7, 10, 15 e 20 cm; comprimento de 1 a 6 m. Foto: Carlos Piratininga.
Rosewood – Rosewood – O assoalho Friso está entre as novidades da Recoma. Tem 6,7 cm de largura, comprimento entre 100 e 400 cm e 2 cm de espessura. Foto: Antônio Rodrigues.
Jacarandá – Jacarandá salmão – Da linha Floorlin (Tacolindner), mede 7 x 122 x 1,6 cm. Foto: Antônio Rodrigues.
Afrormosia – Afrormosia – Na linha Original (importada da ítalo-francesa Listone Giordano), cuja largura é de 7 cm, o comprimento varia entre 42 e 80 cm. Espessura: 1,1 cm. Foto: Antônio Rodrigues.
Oak – Oak – Da linha Friso (Recoma), mede 7 cm de largura, de 100 a 250 cm de comprimento e 2 cm de espessura. Foto: Antônio Rodrigues.
Acero canadense – Acero canadense – Da linha Plank (Listone Giordano), a régua tem 14 x 180 x 1,4 cm. Acabamento de cera sintética. Foto: Antônio Rodrigues.

“Desvantagens: A instalação ou restauro deixam cheiro forte de resina, é preciso ficar fora de casa por 20 a 30 dias.”
Após fazer, a raspagem e colocar a resina não ha necessidade de permanecer 30 dias fora de casa, no maximo 1 semana .